domingo, 9 de setembro de 2012

Al-Qaeda's New Homeland - Mali

Confronto de polícia e mineiros na África do Sul mata 36 - 2012

Islamistas consolidam poder no norte do Máli

Atualizado em 1 de setembro, 2012 - 21:33 (Brasília) 00:33 GMT Militantes islamistas rebeldes tomaram a cidade de Douentza, na região central do Máli, considerada estratégica para ampliar o controle sobre o norte do país. Segundo testemunhas, combatentes do grupo Movimento por Unidade e Jihad assumiram o controle da cidade após um curto tiroteio contra a milícia de auto-defesa local. Tópicos relacionados áfrica Com o avanço, os militantes se aproximam ainda mais do sudoeste do país, controlado pelo governo. O norte do país já foi dominado pelos islamistas, que iniciaram a ofensiva depois do golpe militar que abalou o Máli em março. Moradores de Douentza, cerca de 800km a noroeste da capital Bamako, disseram que um comboio de picapes, transportando homens com longas barbas, invadiu a cidade na manhã de sábado. O líder islamista Oumar Ould Hamaha afirmou à agência de notícias Associated Press que os homens então cercaram a cidade e exigiram a rendição dos milicianos. "Eles tentaram até fazer telefonemas para pedir reforços, mas quando perceberam que ninguém viria ajudá-los, entregaram as armas", afirmou Hamaha. Desde o golpe militar de março, islamistas e rebeldes Tuareg secularistas dominaram o norte do país. Sob pressão, os líderes golpistas tentaram algumas vezes passar o governo a civis, mas não conseguiram estabilizar o país. Em agosto, um novo governo de unidade prometeu lançar iniciativas para acabar com a instabilidade na região norte. Líderes africanos consideram o envio de tropas ao Máli para restaurar a ordem. http://www.bbc.co.uk/portuguese/ultimas_noticias/2012/09/120901_maliebcrn.shtml

Agência da ONU faz apelo para que Israel permita entrada de africanos

Atualizado em 6 de setembro, 2012 - 08:37 (Brasília) 11:37 GMT A agência de refugiados da ONU (Acnur) fez um apelo nesta quinta-feira para que Israel permita a entrada de imigrantes africanos que ficaram isolados na fronteira do Egito com o país na última semana. A Acnur disse que Israel não pode simplesmente fechar a porta para cerca de 20 cidadãos da Eritreia que estão tendo que viver sob calores extremos no deserto. O ministro do Interior de Israel, Eli Yishai, disse que não é indiferente ao sofrimento dos refugiados, mas que a permissão para que o grupo entre no país provocaria uma onda de milhares de imigrantes. http://www.bbc.co.uk/portuguese/ultimas_noticias/2012/09/120906_israel_eritreia_rn.shtml

Infográfico da África

sábado, 4 de agosto de 2012

Eleições de 2012 em Angola

Eleições de 2012 em Angola As eleições de 2012 serão apenas as terceiras na história de Angola. Houve escrutínios apenas em 1992, depois dos Arcordos de Bicesse que interromperam a guerra civil entre MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) e a UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola) e em 2008, seis anos depois do fim da guerra entre o MPLA e a UNITA. As eleições gerais de 1992 Apoiantes da UNITA na campanha de 2008 Nas eleições legislativas, o partido governamental MPLA ganhou 54% dos votos válidos e - com 129 assentos parlamentares - a maioria absoluta dos 220 deputados. A UNITA ficou com 34% e 70 deputados. O PRS (Partido da Renovação Social), um partido tradicionalmente enraizado nas Lundas (leste de Angola), alcançou 2% e 6 deputados. A FNLA (Frente Nacional da Libertação de Angola), o terceiro movimento histórico de independência e da guerra civil, conseguiu 2% dos votos e elegeu 5 deputados. Em paralelo houve eleições presidenciais, mas não se foi além da primeira volta: José Eduardo dos Santos, que governa o país desde 1979, ficou com 49% abaixo do resultado alcançado pelo seu partido MPLA nas legislativas e sem a maioria absoluta para decidir as eleições já na primeira volta. O seu adversário Jonas Savimbi (UNITA) conseguiu reunir 41% dos votos. A segunda volta necessária não aconteceu, pois recomeçou a guerra civil entre a UNITA e o MPLA. As legislativas em 2008 Apoiantes do MPLA na campanha de 2008 Depois da paz alcançada em 2002, a seguir à morte de Jonas Savimbi, os angolanos tiveram que esperar muitos anos até a realização de novas eleições. Estas surgiram, finalmente, em 2008, seis anos depois de se atingir paz no país. Tratou-se apenas de eleições legislativas, que o MPLA venceu com 82% dos votos, conquistando 191 dos 220 lugares da Assembleia Nacional, portanto uma maioria mais que suficiente para mudar a constituição do país. A oposição ficou literalmente "destroçada": a UNITA perdeu dois terços dos votos e conseguiu apenas 10% e 16 deputados. O PRS (Partido da Renovação Social) ocupou o terceiro lugar com 3% e 8 deputados. A FNLA ficou com apenas 1% dos votos e 3 deputados. A coligação Nova Democracia (ND) elegeu 2 deputados. As eleições de 2008 foram criticadas por observadores nacionais e internacionais por causa do domínio do MPLA nos meios de comunicação do governo e pela falta de liberdade de imprensa. No enclave de Cabinda houve forte presença militar nos locais de votação. Eleições presidenciais? Nunca mais! A seguir a Teodoro Obiang Nguema da Guiné-Equatorial, José Eduardo dos Santos é o presidente africano com mais anos no poder A segunda volta das eleições presidenciais de 1992 nunca foi realizada, nem houve novas eleições presidenciais depois de atingida a paz em 2002. Até 2012, José Eduardo dos Santos governa o país sem ter sido eleito uma única vez durante quase 33 anos. Devido a uma alteração constitucional, promovida pelo MPLA no ano de 2010, as eleições presidenciais foram definitivamente abolidas. A partir de 2012 o princípio será o seguinte: o candidato que ocupa o primeiro lugar na lista do partido mais votado nas eleições legislativas será automaticamente eleito presidente. Deste modo, José Eduardo dos Santos já não corre o risco de receber menos votos do que o seu partido MPLA, como aconteceu em 1992. A nova versão da constituição de 2010 também determina que o presidente passará a não poder exercer mais de dois mandatos consecutivos, de cinco anos cada. Mas como o novo limite apenas entra em vigor com as eleições de 2012. José Eduardo dos Santos poderá, portanto, em teoria, exercer mais dois mandatos. Caso isso acontecesse completaria 43 anos no poder em 2022. Polémica marca as eleições de 2012 Manifestantes exigem em Benguela a demissão de Suzana Inglês da CNE As eleições marcadas para 31 de agosto de 2012 foram, desde o início, acompanhadas de muitas polémicas. Uma delas foi a nomeação de Suzana Inglês para presidente da Comissão Nacional Eleitoral de Angola (CNE), nomeação essa críticada por ela pertencer ao MPLA. Realizaram-se várias manifestações exigindo o seu afastamento do cargo. O Tribunal Constitucional acabou por dar razão aos críticos, declarando a nomeação inconstituicional, devido ao facto de Suzana Inglês não exercer nenhum cargo de juiza, como exige a lei angolana. A repressão brutal da onda de manifestações contra o governo de José Eduardo dos Santos, que surgiu paralelamente à primavera árabe em 2011, também é motivo de críticas: segundo os observadores, esta repressão terá provocado um clima de medo em certos círculos da sociedade angolana. Outro problema é a falta de liberdade de imprensa, assim como o controlo dos meios estatais de comunicação por parte do MPLA e do poder financeiro ligado ao partido no governo. A rejeição da candidatura do partidos como o Bloco Democrático (BE) pelo Tribunal Constitucional causou outra polémica e críticas. Quem disputa as eleições de 2012 em Angola Nove partidos e coligações vão constar nos boletins de voto e disputar os votos dos nove milhões de eleitores registados: União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) Partido de Renovação Social (PRS) Nova Democracia - União Eleitoral (ND) Frente Unida para a Mudança de Angola (FUMA) Conselho Consultivo Político da Oposição (CPO) Partido Popular para o Desenvolvimento (PAPOD) Convergência Ampla de Salvação de Angola (CASA-CE) Cobertura da Deutsche Welle - DW A DW acompanha as eleições de Angola de 2012 com reportagens dos nossos correspondentes e enviados especiais em Angola, assim como com entrevistas e artigos elaborados a partir de Bonn. Neste especial da DW reunimos os artigos mais relevantes da nossa cobertura. http://www.dw.de/dw/article/0,,16070052,00.html

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Sheychelles

Casablanca-Marrocos

Cientistas pedem o desenvolvimento sustentável do aqüífero recentemente encontrada na Namíbia

O aqüífero vigiando a fronteira com Angola pode fornecer água para 400 anos, mas apesar de os cientistas advertem que emoção não é uma panacéia para a Namíbia   Alex Duval Smith, em Windhoek, Namíbia guardian.co.uk, sexta-feira 03 agosto de 2012 11,27 BST Ir aos comentários (...) Cientistas alemães e Namíbia analisam a água subterrânea perto Eenhana em Ohangwena região, norte da Namíbia. Fotografia: Christoph Lohe Os cientistas acreditam que um aqüífero vasto descoberto a 300 metros abaixo norte da Namíbia pode fornecer uma tábua de salvação para a região empobrecida. Cientistas alemães e da Namíbia, que está mapeando a estimativa fonte de água subterrânea que cobre 15,000 km ² - metade do tamanho da Bélgica, embora digam que mais pesquisas são necessárias para estabelecer verdadeira dimensão do aqüífero e do potencial. Eles acreditam que ela contém suficiente água potável para abastecer centro-norte da Namíbia por até 400 anos. Christoph Lohe, um hidrogeólogo alemão destacado para o departamento de assuntos hídricos da Namíbia, disse que era uma descoberta rara. "Você não consegue muitas delas na vida'', disse ele. Mas ele advertiu que a perfuração descuidado pode ameaçar o abastecimento." Em algumas áreas existem camadas contendo água salina sobreposição do aqüífero de água doce. Se a perfuração é mal administrado, a água salgada pode contaminar a fonte,'' disse ele. Abastecimento de água e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os maiores desafios para a Namíbia, um enorme e pouco povoada do sul país Africano. O aqüífero recém-descoberto, conhecido como Ohangwena II, fica na fronteira com Angola. Cerca de 1 milhão de pessoas vivem do lado da Namíbia, muito menos no lado angolano. A área, que é parte da bacia do Kalahari, sofre tanto a falta de chuva e enchentes. Em março do ano passado, 21.000 pessoas foram deslocadas e, pelo menos, 21 crianças se afogaram no efundja anual (inundação). O efundja também traz cólera - que é causado quando as fezes de animais ou humanos mistura com a água - e, em 2008, o Fundo das Crianças das Nações Unidas Unicef, relatou 958 casos na área. A maior parte da água consumida pelos habitantes das cidades no norte da Namíbia é entregue por um canal de Angola e tratados em Oshakati, na região de Oshana da Namíbia. Mas o canal overground precisa de reparos, e até 80% de sua água evapora no calor de 30C (86F) ou é perdido por vazamento e para as pessoas se ajudando. O canal em si é, por vezes, inundadas pelo efundja. De acordo com dados do governo, centro-norte e nordeste da Namíbia estão a atrasar o progresso do país no sentido de cumprir as metas do milênio com malária endêmica, altas taxas de mortalidade materna e desnutrição infantil atinge 38% em 2011. As regiões têm maior número do país de órfãos e crianças vulneráveis. No seu relatório à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima em julho de 2011, o governo alertou que as temperaturas aumentaram - e, portanto, evaporação - juntamente com chuvas mais irregulares, deverão reduzir a produção de alimentos, aumentar a doença e já estar afetando a reposição de águas subterrâneas. Ele também previu que a demanda por água na Namíbia vai superar a oferta já em 2015. Mas adverte contra Lohe vendo Ohangwena II como uma panacéia para a região. "O aqüífero é alimentado a partir de montanhas no sul de Angola. O sistema é milhares de anos. Para mantê-lo sustentável, precisamos extrair apenas a água que está sendo recarregada. Vemos Ohangwena II como um back-up para uma área que é dependente de água de superfície,'' disse o cientista, que é um dos quatro destacados pelo Hanover baseado em Instituto Federal de Geociências e Recursos Naturais. Eles são apoiados por fundos de desenvolvimento alemão e uma subvenção da UE que se somam a € 2,1 milhões ( £ 1.7m). http://www.guardian.co.uk/global-development/2012/aug/03/scientists-sustainable-development-namibia-aquifer

Scientists urge sustainable development of Namibia's newly found aquifer

The aquifer straddling the border with Angola could provide water for 400 years, but despite the excitement scientists warn it is not a panacea for Namibia Alex Duval Smith in Windhoek, Namibia guardian.co.uk, Friday 3 August 2012 11.27 BST Jump to comments (…) German and Namibian scientists analysing the groundwater near Eenhana in Ohangwena region, northern Namibia. Photograph: Christoph Lohe Scientists believe a vast aquifer discovered 300 metres beneath northern Namibia could provide a lifeline for the impoverished region. German and Namibian scientists who are mapping the groundwater source estimate that it covers 15,000km² – half the size of Belgium, although they say more surveys are needed to establish the aquifer's true size and potential. They believe it contains enough drinking water to supply central-north Namibia for up to 400 years. Christoph Lohe, a German hydrogeologist seconded to the Namibian department of water affairs, said it was a rare discovery. "You do not get many of these in a lifetime,'' he said. But he warned that careless drilling could threaten the supply. "In some areas there are layers containing saline water overlapping the freshwater aquifer. If the drilling is mismanaged, the salt water could contaminate the source,'' he said. Water supply and the effects of climate change are among the greatest challenges facing Namibia, a huge and sparsely populated southern African country. The newly found aquifer, known as Ohangwena II, straddles the border with Angola. About 1 million people live on the Namibian side; far fewer on the Angolan side. The area, which is part of the Kalahari basin, suffers from both lack of rain and floods. In March last year, 21,000 people were displaced and at least 21 children drowned in the annual efundja (flood). The efundja also brings cholera – which is caused when animal or human faeces mix with water – and, in 2008, the UN Children's Fund Unicef, reported 958 cases in the area. Most of the water consumed by inhabitants of towns in northern Namibia is delivered by a canal from Angola and treated in Oshakati, in the Oshana region of Namibia. But the overground canal needs repair, and up to 80% of its water evaporates in the 30C (86F) heat or is lost through leakage and to people helping themselves. The canal itself is sometimes flooded by the efundja. According to government figures, north-central and north-east Namibia are holding back the country's progress towards meeting the millennium development goals with endemic malaria, high rates of maternal mortality and infant malnutrition reaching 38% in 2011. The regions have the country's highest number of orphans and vulnerable children. In its report to the UN Framework Convention on Climate Change in July 2011, the government warned that increased temperatures – and thus evaporation – coupled with more erratic rainfall, are expected to reduce food production, increase disease and to already be affecting groundwater replenishment. It also predicted that demand for water in Namibia will outstrip supply as early as 2015. But Lohe cautions against seeing Ohangwena II as a panacea for the region. "The aquifer is fed from mountains in southern Angola. The system is thousands of years old. To keep it sustainable, we need to extract only as much water as is being recharged. We see Ohangwena II as a back-up for an area that is dependent on surface water,'' said the scientist, who is one of four seconded by the Hanover-based Federal Institute for Geosciences and Natural Resources. They are supported by German development funds and an EU grant that add up to €2.1m (£1.7m). http://www.guardian.co.uk/global-development/2012/aug/03/scientists-sustainable-development-namibia-aquifer

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Afrique du Sud célèbre le 94e anniversaire de Nelson Mandela Ancien dirigeant politique a été président de 1994 à 1999, après avoir passé 27 ans de cellules ns l'apartheid

Johannesburg - Afrique du Sud célèbre le mercredi 94e anniversaire de Nelson Mandela, un jour qui a commencé avec un "Happy Birthday" chanté par les élèves, au cours de laquelle les résidents sont encouragés à accomplir de bonnes actions en l'honneur de l'engagement politique ancien chef. Dans toutes les écoles en Afrique du Sud, plus de 12 millions d'enfants ont chanté à 08h00 locale (03h00 GMT h) un "Happy Birthday" spéciale, suivie par "nous vous aimons, tata" (que vous aimez, papa). Merci à l'initiative de son fondateur sur Juillet 18 est devenu le "Mandela Day" (la Journée Mandela), une date reconnue par l'ONU comme un appel mondial à consacrer 67 minutes de leur temps pour aider les autres, selon les valeurs promues par le premier président noir d'Afrique du Sud De nombreux messages de félicitations est venu d'Afrique du Sud et à l'étranger. Le président américain Barack Obama et son épouse Michelle a honoré sa "inébranlable", son "intégrité" et "humilité". Nelson Mandela fêtera son anniversaire avec la famille à son domicile de Qunu (sud-est), le village de son enfance où il passe la plupart du temps. Son image est sur ​​la couverture de tous les journaux sud-africains, le mercredi, lors de la visite à la veille de l'ancien président américain Bill Clinton. Le chef de file de la lutte contre le régime raciste de l'apartheid semblait être en bonne santé. Nelson Mandela, président de 1994 à 1999, après avoir passé 27 ans cellules ns de l'apartheid, s'est retiré de la vie politique en 2004. Maintenant apparaît en public en de rares occasions en raison de problèmes de santé. http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/africa-do-sul-comemora-94o-aniversario-nelson-mandela

Südafrika feiert den 94. Geburtstag von Nelson Mandela Der ehemalige politische Führer war Präsident von 1994 bis 1999, nachdem er verbrachte 27 Jahre der Apartheid ns Zellen

Johannesburg - Südafrika feiert am Mittwoch, den 94. Geburtstag von Nelson Mandela, ein Tag, der mit einem "Happy Birthday" gesungen von den Schülern, während dessen Bewohner ermutigt, gute Taten zu Ehren des politischen Engagements führen werden begann ehemalige Führer. In allen Schulen in Südafrika, sang mehr als 12 Millionen Kinder zu lokalen 08h00 (03.00 GMT) ein "Happy Birthday" besondere, gefolgt von "We love you, tata" (liebe dich, Dad). Dank der Initiative von der Gründung am 18. Juli wurde das "Mandela Day" (der Mandela Day), ein Datum von der UN als globaler Aufruf von 67 Minuten ihrer Zeit zu widmen, anderen zu helfen anerkannt, nach die Werte von der ersten schwarzen Präsidenten von Südafrika gefördert Viele Glückwünsche kamen aus Südafrika und dem Ausland. US-Präsident Barack Obama und seine Frau Michelle ehrte seine "unerschütterlich", seine "Integrität" und "Demut". Nelson Mandela wird seinen Geburtstag mit der Familie feiern in seinem Haus in Qunu (Südosten), das Dorf seiner Kindheit, wo er verbringt die meiste Zeit. Sein Bild war auf dem Cover von allen südafrikanischen Zeitungen am Mittwoch, während des Besuchs am Vorabend des ehemaligen US-Präsidenten Bill Clinton. Der Anführer der Kampf gegen das rassistische Apartheid-Regime schien bei guter Gesundheit sein. Nelson Mandela, Präsident von 1994 bis 1999, nachdem er verbrachte 27 Jahre NS-Zellen der Apartheid, zog sich aus dem politischen Leben im Jahr 2004. Nun erscheint in der Öffentlichkeit in seltenen Fällen aufgrund von gesundheitlichen Problemen. http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/africa-do-sul-comemora-94o-aniversario-nelson-mandela

South Africa celebrates the 94th anniversary of Nelson Mandela Former political leader was president from 1994 to 1999, after having spent 27 years of apartheid ns cells

Johannesburg - South Africa celebrates on Wednesday the 94th birthday of Nelson Mandela, one day that began with a "Happy Birthday" sung by the students, during which residents are encouraged to perform good deeds in honor of political commitment former leader. In all schools in South Africa, more than 12 million children sang to 08h00 local (3:00 a.m. GMT) a "Happy Birthday" special, followed by "we love you, tata" (love you, Dad). Thanks to the initiative of its founding on July 18 became the "Mandela Day" (the Mandela Day), a date recognized by the UN as a global call to devote 67 minutes of their time to help others, according to the values ​​promoted by the first black president of South Africa Many messages of congratulations came from South Africa and abroad. U.S. President Barack Obama and his wife Michelle honored his "unshaken", its "integrity" and "humility." Nelson Mandela will celebrate his birthday with the family at his home in Qunu (southeast), the village of his childhood where he spends most of the time. His picture was on the cover of all South African newspapers on Wednesday, during the visit on the eve of former U.S. President Bill Clinton. The leader of the struggle against the racist apartheid regime seemed to be in good health. Nelson Mandela, president from 1994 to 1999, after having spent 27 years ns cells of apartheid, withdrew from political life in 2004. Now appears in public on rare occasions due to health problems.

África do Sul comemora 94º aniversário de Nelson Mandela Ex-líder político foi presidente do país entre 1994 e 1999, depois de ter passado 27 anos ns celas do apartheid

Johannesburgo - A África do Sul festeja nesta quarta-feira o 94º aniversário de Nelson Mandela, um dia que começou com um "parabéns para você" cantado pelos estudantes e durante o qual os moradores são incitados a realizar boas ações em homenagem ao compromisso político do ex-líder. Em todas as escolas da África do Sul, mais de 12 milhões de crianças cantaram às 08h00 locais (03h00 de Brasília) um "parabéns para você" especial, seguido por "we love you, tata" (te amamos, pai). Graças à iniciativa de sua fundação, o dia 18 de julho se converteu no "Mandela Day" (o Dia de Mandela), uma data reconhecida pela ONU como um chamado mundial a destinar 67 minutos de seu tempo a ajudar seus semelhantes, de acordo com os valores defendidos pelo primeiro presidente negro da África do Sul. Muitas mensagens de parabéns chegaram da África do Sul e do exterior. O presidente americano, Barack Obama, e sua esposa Michelle homenagearam a sua "vontade inabalável", a sua "integridade" e "humildade". Nelson Mandela comemorará seu aniversário em família em sua residência de Qunu (sudeste), a aldeia de sua infância onde passa a maior parte do tempo. Sua foto estava na capa de todos os jornais sul-africanos nesta quarta-feira, por ocasião da visita, na véspera, do ex-presidente americano Bill Clinton. O líder da luta contra o regime racista do apartheid parecia estar bem de saúde. Nelson Mandela, presidente de 1994 a 1999, depois de ter passado 27 anos ns celas do apartheid, se retirou da vida política em 2004. Agora aparece em público em raras oportunidades devido a problemas de saúde. http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/africa-do-sul-comemora-94o-aniversario-nelson-mandela

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Memorial Pretos Novos-parte 1 de 4

Geschichte eines Volkes Bantu

Die meisten der 11 Millionen Einwohner aus denen sich die Bevölkerung von Angola, sind der Bantu-Herkunft. Erstens: Es wird ein weiterer wichtiger Bestandteil von Gemischen, die sehr früh begann gebildet. zwischen den verschiedenen Gruppen, die in das Gebiet und später mit den Europäern (in den meisten Portugiesisch) während der Kolonisation migriert.   Es gibt immer noch eine Minderheit, die nicht die Bantu, wie Bochimane und eine beträchtliche Zahl von Europäern. Es gibt 3000 oder vielleicht 4000 Jahren, verließ den Bantu äquatorialen Wald (das Gebiet, das inzwischen von Kamerun und Nigeria besetzt ist) und gliedert sich in zwei verschiedene Bewegungen: im Süden und Osten in der größten jemals Migration in Afrika gesehen . Ihre Ursache ist unbekannt, setzte sich dieser Migration bis zum neunzehnten Jahrhundert. Der Regenwald war ein Bereich der Passage unmöglich. Nur die Axt oder Beil, schnelle und nahrhafte Bananen und Yams Produktion ermöglichte eine Leistung, die Jahrhunderte überdauert. Das ausgezeichnete Niveau der Ernährung hat zu einem beispiellosen Bevölkerungsexplosion geführt. Der Überschwang des äquatorialen Dschungel, Flüsse und Seen der großen Savannen, so gut für die Landwirtschaft und die Entdeckung von Eisen - stärkten das große Abenteuer - ein Mineral, sehr häufig in Afrika. Zu Fuß in Richtung Süden, wo diese kräftig, bewaffneten, organisierten und Jugendliche, und Sklaven gemacht gewann die hilflosen Pygmäen und Bochimane. Der Name Bantu nicht mit einem Antrieb Rasse bezogen. Seine Bildung und Migration führte zu einer enormen Vielzahl von Kreuzen. Es gibt etwa 500 Bantu-Völker. So können wir nicht sprechen eine Bantu-Rennen, aber die Bantu-Völker, bedeutet dies eine kulturelle Gemeinschaft mit einer gemeinsamen Zivilisation und ähnlichen Sprachen. Nach vielen Jahrhunderten der Bewegungen, Kreuzungen, Kriege und Krankheiten haben die Bantu-Gruppen, die Wurzeln ihrer gemeinsamen Herkunft erhalten bleibt. Die Bantu-Wort gilt für eine Zivilisation, die ihre Einheit bewahrt hat und wurde von Schwarzen Menschen entwickelt. Die radikale NTU, vulgär für die meisten Bantu-Sprachen, bedeutet Mann, Mensch, und Ba ist der Plural. So bedeutet Bantu Männer Menschen. Die Bantu-Dialekte, und es gibt Hunderte, haben eine solche Ähnlichkeit, die nur von einem gemeinsamen Ursprung zu rechtfertigen ist. Die Bantu-Völker, sowie ähnliche Sprachniveau blieb der Grundlage der Überzeugungen, Riten und Gebräuche sehr ähnlich, eine Kultur mit identischen Eigenschaften, die sie spezifisch und gruppiert ähnliche machen. Außerhalb ihrer sozialen Identität, werden durch ein abwechslungsreiches Technologie, einer Skulptur von großer stilistischer Originalität, einer unglaublichen empirische Weisheit und einem starken und interessanten Diskurs mit den Zeichen der geistigen Ausdruck gekennzeichnet. Die Sprachen, in Angola heute gesprochen, sind in der Reihenfolge ihres Dienstalters: Bochiman, Bantu und Portugiesisch. Von den drei nur die Portugiesen haben ein schriftlicher Form. Die Bantu-Dialekte, haben eine genealogische Einheit. Homburger, sagt ein hervorragender Gelehrter, dass die Bantu ersten Punkt auf dem Gebiet der vergleichenden Sprachwissenschaft erhalten die Einheit der Bantu-Völker war. Er sagt auch, angesichts der Geschichte dieser Einheit, die ersten portugiesischen Entdecker sahen, dass Angolaner konnte mit den Menschen in der mosambikanischen Küste zu kommunizieren. Die angolanischen Bantu sind in neun Gruppen eingeteilt ethnolinguistische: Quicongo, Quimbundo, Luanda Quioco (Tchokwe) Mbundo, Ganguela, nhaneca-Humbe, Ambo, Herero und Xindonga, die wiederum in rund 100 Untergruppen unterteilt werden, genannt Stämme traditionell . http://www.inzotumbansi.org/malunda/47-a-historia-do-povo-bantu

A People's History Bantu

Most of the 11 million inhabitants that make up the population of Angola, are of Bantu origin. However, another significant part is formed by mixtures which began very early: first. between the various groups that migrated to the territory and later with Europeans (in most Portuguese) during colonization.   There are still a minority who are not Bantu, as Bochimane and a considerable number of Europeans. There are 3000 or perhaps 4000 years ago, Bantu left the equatorial forest (the area that is now occupied by Cameroon and Nigeria) and divided into two different movements: to the south and east in the biggest migration ever seen in Africa . Its cause is unknown, this migration continued until the nineteenth century. The equatorial forest was an area of ​​passage impossible. Only the ax or cleaver, quick and nutritious banana and yam production enabled a feat that lasted centuries. The excellent level of nutrition has led to an unprecedented population explosion. The exuberance of the equatorial jungle, rivers and lakes of the great savannas, so good for farming and the discovery of iron - a mineral very common in Africa - gave strength to the great adventure. Walking toward the south where these vigorous, armed, organized and young people, and made slaves won the helpless pygmies and Bochimane. The name Bantu does not refer to a drive race. Its formation and migration led to a huge variety of crosses. There are approximately 500 Bantu peoples. Thus, we can not speak a Bantu race, but the Bantu people, this means a cultural community with a common civilization and similar languages. After many centuries of movements, crossings, wars and diseases, the Bantu groups have maintained the roots of their common origin. The Bantu word applies to a civilization that has maintained its unity and was developed by Black people. The radical ntu, vulgar for most Bantu languages, means man, human being, and Ba is the plural. Thus, Bantu men means humans. The Bantu dialects, and there are hundreds, have such a similarity that can be justified only by a common origin. The Bantu peoples, as well as similar language level, remained the basis of beliefs, rituals and customs very similar; a culture with identical features that make them specific and grouped similar. Outside of their social identity, are characterized by a varied technology, a sculpture of great stylistic originality, an incredible empirical wisdom and a strong and interesting discourse with signs of intellectual expression. The languages ​​spoken in Angola today, are in order of seniority: Bochiman, Bantu and Portuguese. Of the three only the Portuguese have a written form. The Bantu dialects, have a genealogical unit. Homburger, an eminent scholar says that the Bantu first point obtained in the field of comparative linguistics was the unity of the Bantu peoples. It also says, given the history of this unit, the first Portuguese discoverers saw that Angolans could communicate with the people of the Mozambican coast. The Angolan Bantu are divided into nine ethnolinguistic groups: Quicongo, Quimbundo, Luanda Quioco (Tchokwe) Mbundo, Ganguela, nhaneca-Humbe, Ambo, Herero and Xindonga, which in turn are subdivided into approximately 100 subgroups, called tribes traditionally . http://www.inzotumbansi.org/malunda/47-a-historia-do-povo-bantu

A Historia do Povo Bantu

A grande maioria dos 11.000.000 habitantes que formam a população de Angola, são de origem Bantu. No entanto, outra considerável parte é formada por misturas que começaram muito cedo: primeiramente. entre os diversos grupos que migraram para o território e depois com Europeus (na grande maioria Portugueses) durante a colonização. Existem ainda algumas minorias que não são Bantu, como os Bochimane e um considerável número de Europeus. Há 3000 ou talvez 4000 anos atrás, os Bantu sairam da selva equatorial (a região que é hoje ocupada pelos Camarões e pela Nigéria) e dividiram-se em dois movimentos diferentes: para o Sul e para Este criando a maior migração jamais vista na áfrica. De causa desconhecida, esta migração continuou até ao século XIX. A selva equatorial era uma área de passagem impossível. Só o machado ou o cutelo, a rápida e nutritiva produção de banana e o inhame possibilitaram uma façanha que durou séculos. O excelente nível de nutrição deu lugar a uma invulgar explosão demográfica. A exuberância da selva equatorial, os rios e lagos das grandes savanas, tão bons para a agricultura e a descoberta do ferro - um mineral muito comum na áfrica - deram força à grande aventura. Caminhando sempre em direcção ao Sul. estes vigorosos, armados, organizados e jovens povos, venceram e fizeram escravos os indefesos pigmeus e os Bochimane. O nome Bantu não se refere a uma unidade racial. A sua formação e migração originou uma enorme variedade de cruzamentos. Existem aproximadamente 500 povos Bantu. Assim, não podemos falar de uma raça Bantu, mas sim de povo Bantu, isto significa uma comunidade cultural com uma civilização comum e linguagens similares. Depois de muitos séculos de movimentações, cruzamentos, guerras e doenças, os grupos Bantu mantiveram as raízes da sua origem comum. A palavra Bantu aplica-se a uma civilização que manteve a sua unidade e foi desenvolvida por pessoas de raça negra. O radical ntu, vulgar para a maioria das línguas Bantu, significa homem, ser humano e ba é o plural. Assim, Bantu significa homens, seres humanos. Os dialectos Bantu, e existem centenas, têm uma tal semelhança que só pode ser justificada por uma origem comum. Os povos Bantu, além do semelhante nível linguístico, mantiveram uma base de crenças, rituais e costumes muito similares; uma cultura com características idênticas e específicas que os tornam semelhantes e agrupados. Fora da sua identidade social, são caracterizados por uma tecnologia variada, uma escultura de grande originalidade estilística, uma incrível sabedoria empírica e um discurso forte e interessante com sinais de expressão intelectual. As línguas faladas hoje em Angola, são por ordem de antiguidade: Bochiman, Bantu e Português. Das três só o Português tem uma forma escrita. Os dialectos Bantu, apresentam uma unidade genealógica. Homburger, um eminente estudioso do Bantu diz que o primeiro ponto obtido no domínio da linguística comparada foi a unidade dos povos Bantu. Também diz, tendo em conta a história desta unidade, que os primeiros descobridores Portugueses viram que os Angolanos conseguiam comunicar com os povos da costa Moçambicana. Os Bantu Angolanos estão divididos em 9 grupos etnolinguísticos: Quicongo, Quimbundo, Luanda-Quioco (Tchôkwe), Mbundo, Ganguela, Nhaneca-Humbe, Ambó, Herero e Xindonga, que por seu turno estão subdivididos em cerca de 100 subgrupos, tradicionalmente chamadas tribos. http://www.inzotumbansi.org/malunda/47-a-historia-do-povo-bantu